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5 de mai de 2011

VASCO 2 X 2 ATLÉTICO PR (Por Claudio Coelho)

     Em um jogo de arbitragem bastante confusa, o Vasco trouxe na bagagem um interessante empate de Curitiba. No jogo de volta, quinta-feira que vem em São Januário, basta ao time carioca uma vitória simples ou empate de até um gol para cada lado para avançar às semifinais da Copa do Brasil.
     O jogo, em si, foi bastante movimentado, haja vista os quatro gols marcados. Entretanto, o que mais chamou a atenção foi a arbitragem. Ao final do segundo tempo, com a pressão do time paranaense atrás do empate (era derrotado por 2x1), o árbitro se perdeu. Primeiro, quando deixou de marcar falta de ataque do time do Atlético sobre Ânderson Martins e, na seqüência, deu falta de Eduardo Costa na entrada da área. Erro capital que quase terminou em gol, não fosse a grande intervenção de Fernando Prass. Antes da cobrança, pasmem, as confusões mais grosseiras: mediante a catimba vascaína, o árbitro deu o segundo cartão amarelo a Felipe, mas não o expulsou. Ainda mais sem saber o que fazer, colocou a barreira bem atrás dos 9:15m regulamentares e distribuiu inúmeros cartões ao jogadores do Vasco que reclamavam com razão. Pra terminar o desastre, achou um pênalti pra lá de duvidoso a favor dos paranaenses aos 42 minutos da etapa final. Assistindo bem o lance, é possível verificar que o jogador do Atlético se projeta ao chão antes de ser atingido, isso sem falar que fica a dúvida se o Ramon não tocou primeiro na bola. Enfim, foi clara a insegurança do juiz, o que o levou a sucumbir à pressão do time da casa.
     Quanto ao Vasco da Gama, falta segurança ainda a esta equipe. Acreditar mais em si mesma e no seu potencial. Acredito que o Juninho Pernambucano, quando vier, será muito importante nesse amadurecimento, mais até do que em campo. O time de São Januário poderia ter jogado mais com a bola no pé, pois tem técnica para isso. Por fim, vale destacar a atuação de Diego Souza. Tudo bem que não foi tão participativo durante todo o jogo, mas voltou a ser decisivo. Uma assistência linda para Éder Luis no primeiro gol e um balaço com sua assinatura no segundo. Ah, e por falar no primeiro gol, já ia me esquecendo da primeira lambança da arbitragem: o Alecsandro levou o terceiro cartão amarelo e desfalca o Vasco no jogo de volta, porque fez careta na hora de comemorar. Imagina se nos anos 80 os juízes amarelassem a vida do Lela (pai do Alecsandro e ídolo do Coxa) cada vez que ele comemorasse com uma careta... Não ia sobrar alegria ou história bonita pra contar...

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